sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Motoristas protestam e param ônibus do Eixo Anhanguera por 4h em GO

Motoristas dos ônibus que circulam no Eixo Anhanguera realizaram um protesto e pararam as atividades durante 4 horas nesta sexta-feira (23). A população que precisa do serviço, que atende Goiânia e algumas cidades da Região Metropolitana, ficou sem transporte das 10h às 14h.
Motoristas protestam e param ônibus do Eixo Anhanguera por 4h em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Reprodução: TV Anhanguera
De acordo com o Sindicado dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Goiás (Sinittransporte), três questões motivaram a paralisação: o atraso no pagamento do tíquete natalino, no valor de R$ 970, insegurança e alterações nas escalas dos motoristas.
Por volta das 13 horas, a direção da Metrobus, empresa responsável pela circulação dos ônibus no Eixo Anhanguera, se reuniu com os motoristas no Terminal Padre Pelágio. Houve consenso e os servidores voltaram ao trabalho.
Segundo informou ao G1 a assessoria de imprensa da Metrobus, por telefone, que realmente houve atraso no benefício, previsto para ser pago no dia 20. No entanto, salientou que os depósitos foram feitos na tarde desta sexta-feira (23).
Sobre a segurança, os motoristas reclamaram que estão vulneráveis e citaram o caso de um motorista esfaqueado na última quarta-feira (21) ao tentar evitar que passageiros fossem assaltados, na GO-060.
A companhia afirmou que mantém 106 vigilantes em terminais e plataformas, além de realizar o videomonitoramento das estações.
Já em relação às mudanças de escalas, uma nova reunião será realiada na próxima semana para discutir o assunto.
Informações: g1 GO

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Prefeitura começa a instalar estações de bicicletas públicas em Goiânia

A Serttel, vencedora do edital de chamamento público da Prefeitura de Goiânia, começou a instalar as estações que abrigarão as bicicletas públicas compartilhadas da capital, a Mobike Gyn. Nas fotos acima é possível ver uma delas, localizada na Praça Universitária, já pronta.

Segundo diretor-técnico da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Domingos Sávio Afonso, a inauguração oficial está marcada para o dia 20 de dezembro, quando todas as 15 estações, com as 150 bikes estarão disponíveis. O site de relacionamento e credenciamento também será lançado.

Conforme anunciado, serão quatro taxas de uso: R$ 4 para um dia, R$ 8 mensal, R$ 35 semestral e R$ 70 anual. O cadastro e o pagamento serão feitos de forma digital, via internet. A Unimed Goiânia é a grande parceira do projeto.

O horário de funcionamento do serviço será das 6 às 22 horas, com períodos de 60 minutos (de segunda a sábado) e de 90 minutos (aos domingos e feriados).

As estações serão instaladas nos seguintes pontos:

Av. Paranaíba com Av. Goiás (Centro)
Praça do Bandeirante (Centro)
Av. Goiás com Av. Anhanguera (Centro)
Praça Cívica (Centro)
Av. Universitária (Setor Leste Universitário)
Bosque dos Buritis (Setor Oeste)
Praça do Sol (Setor Oeste)
Praça Tamandaré (Setor Oeste)
Av. T-7 com Av. Assis Chateaubriand (Setor Bueno)
Parque Vaca Brava (Setor Bueno)
Av. 85 com Av. T-63 (Setor Bueno)
Praça Gilson Alves (Setor Bueno)
Rua 9 com Rua T-55 (Setor Marista)
Av. Ricardo Paranhos (Setor Marista)
Parque Areião (Setor Bela Vista)

Informações: Jornal Opção

domingo, 16 de outubro de 2016

Frota de coletivo em Ladário, MS, é reduzida a apenas dois ônibus

A frota de ônibus coletivo em Ladário, município distante 410 quilômetros da capital deMato Grosso do Sul, foi reduzida a dois veículos na última sexta-feira (14). Depois de muita reclamação com os atrasos, a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (Agepan) foi fiscalizar a situação e retirou dois ônibus de circulação por falta de condições.
Resultado de imagem para ÔNIBUS LADARIO MS
O serviço é prestado pela empresa concessionária Canarinho. A TV Morena entrou em contato com a empresa, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Segundo os passageiros, a demora no transporte coletivo é diária. Na tarde da última sexta-feira, dois ônibus que fazem a linha Ladário-Corumbá estragaram e ficaram parados no meio da rua. “Sempre, direto, inclusive ônibus pegando fogo aqui em frente”, disse um morador.
Depois de tanta reclamação, uma equipe da Agepan realizou uma vistoria nos veículos. De acordo com técnicos, cinco veículos ficaram retidos no pátio da empresa porque apresentavam irregularidades. Dos sete ônibus da frota, apenas dois estão autorizados a fazer o transporte dos passageiros.
“Bancos soltos, problemas na parte de direção, freio, suspensão”, explicou o chefe do Núcleo de Fiscalização, Hélio Leite da Silva.
Informações: g1 MS

Linhas de ônibus de cinco regiões do DF mudam a partir deste sábado

Linhas de ônibus que atendem a cinco regiões administrativas do Distrito Federal passarão por mudanças a partir deste sábado (15). Segundo o DFTrans, trajetos que passam por Planaltina, Jardim Botânico, São Sebastião, Noroeste e Cruzeiro serão modificados para diminuir o tempo de espera dos passageiros e aumentar as opções de parada.
Passageiros aguardam saída de ônibus na rodoviária do Plano Piloto, em Brasília (Foto: Tony Winston/Agência Brasília)
Foto: Tony Winston/Agência Brasília)
Em Planaltina, por exemplo, o governo do DF criou a linha circular 066.3, que sairá da rodoviária da região e passará pelo Setor Tradicional, pela DF-128, pelo Setor Mestre D'Armas e pelas estâncias.
A ideia do novo circuito é fazer o sentido oposto da 066.2, que já existe, evitando que o mesmo ônibus faça "ida e volta". Segundo o diretor técnico do DFTrans, Márcio Antônio e Jesus, o tempo médio da viagem nesse trajeto deve cair de 2 horas para 1 hora.
Os ônibus que saem do Arapoanga, em Planaltina, rumo aos eixos Norte e Sul pela linha 616.5 passam a atender os moradores do Condomínio Mirassol. A região conhecida como "21 Condomínios" será atendida, a partir de sábado, pelas linhas 601.3 e 601.4.
Noroeste e Cruzeiro
O DFTrans promete aumentar a partir deste sábado o número de viagens da linha 116.2, que liga o Noroeste à rodoviária do Plano Piloto, de 14 para 22 saídas diárias.

No Cruzeiro, as linhas 0.152, 152.1, 152.2 e 152.5 devem ficar mais rápidas. Os ônibus não vão mais parar no terminal rodoviário da região para o controle de viagem e catraca, que passa a ser feito apenas na rodoviária do Plano Piloto. Segundo o DFTrans, essa alteração é suficiente para aumentar o número de viagens, dando mais dinamismo ao trajeto.
São Sebastião e Jardim Botânico
Em São Sebastião, a linha 180.3 não vai passar mais pela Vila do Boa. O trajeto foi criado em junho mas, a partir deste sábado, passa a atender as áreas de São Gabriel e Itaipu, em São Sebastião, e Ouro Vermelho II, no Jardim Botânico. A Vila do Boa será incorporada à linha 147.7.

A linha 180.2, que sai do condomínio Jardins Mangueiral rumo à rodoviária do Plano Piloto, será reforçada. O DFTrans promete 50 viagens de ida e 51 de volta, de segunda a sexta. Aos sábados e domingos, serão 26 e 23 saídas em cada sentido, respectivamente.
Confira o que muda nas linhas de ônibus do DF a partir deste sábado:
Planaltina
066.3
(Rodoviária de Planaltina — Setor Tradicional — DF-128 — Mestre D’Armas — Estâncias — Setor Tradicional — Rodoviária de Planaltina)
- Linha circular criada para aumentar o número de viagens no trajeto feito pela 066.2 e diminuir o tempo de espera dos passageiros. Serão 34 viagens de segunda a sexta-feira, 22 aos sábados e 11 aos domingos

066.2
(Rodoviária de Planaltina — Setor Tradicional — Estâncias — Mestre D’Armas — DF-128 — Setor Tradicional — Rodoviária de Planaltina)
- Como terá o reforço da nova linha 066.3, passará a fazer 33 viagens de segunda a sexta-feira, 22 aos sábados e 11 aos domingos — e não mais 52, 33 e 20, respectivamente.

616.5
(Arapoanga (Condomínio Marissol) — Avenida Independência — Eixos Norte e Sul)
- Agora, também passará pelo Condomínio Marissol.

601.3
(Rodoviária de Planaltina — Buritis I — Arapoanga — Vila Dimas — Nossa Senhora de Fátima — Setor Sul — Setor Tradicional — Vila Fátima — Rodoviária de Planaltina)
- Itinerário foi ampliado para atender a região conhecida como 21 Condomínios.

601.4
(Rodoviária de Planaltina — Vila Fátima — Setor Tradicional — Setor Sul — Nossa Senhora de Fátima — Vila Dimas — Arapoanga — Buritis I — Rodoviária de Planaltina)
- Binária da 601.3, também passará pela região conhecida como 21 Condomínios.

Noroeste
116.2
(Rodoviária do Plano Piloto — W3 Norte — Setor Noroeste — L2 Norte — Rodoviária do Plano Piloto)
- Trajeto ganhou oito viagens por dia.

Jardim Botânico e São Sebastião
180.3
(Condomínio São Gabriel — Condomínio Itaipu — Condomínio Ouro Vermelho II — Rodoviária do Plano Piloto)
- Deixará de passar pela Vila do Boa, em São Sebastião, para atender as áreas de São Gabriel, Itaipu e Ouro Vermelho II. A Vila do Boa será atendida pela linha 147.7.

147.7
(São Sebastião (João Cândido — Condomínio Itaipu — Vila do Boa) — Rodoviária do Plano Piloto, via Ponte Honestino Guimarães)
- Passa a atender a Vila do Boa.

180.2
(Jardins Mangueiral — Rodoviária do Plano Piloto, via ponte JK)
- Aumento no número de viagens. Serão 50 de ida (sete a mais), de segunda a sexta-feira, e 51 de volta (oito a mais). Aos sábados, serão 26 de ida e de volta e, aos domingos, 23.

Cruzeiro
0.152
(Rodoviária do Plano Piloto — Setor de Indústrias Gráficas (SIG) — Sudoeste — Cruzeiro — Esplanada)
152.1
(Rodoviária do Plano Piloto — SIG — Sudoeste — Cruzeiro)
152.2
(Rodoviária do Plano Piloto — SIG — Avenida comercial do Sudoeste — Octogonal — Cruzeiro — Esplanada)
152.5
(Rodoviária do Plano Piloto — SIG — Avenida comercial do Sudoeste — Octogonal — Cruzeiro)
- Linhas não terão mais o Terminal do Cruzeiro como ponto de controle, o que permitirá o aumento na quantidade de viagens em todas elas. A Linha 0.152, por exemplo, terá 38 — seis a mais que atualmente. A 152.1 terá nove (uma a mais); a 152.2, 41 (4 a mais); e a 152.5, 10 (3 a mais).

Informações: g1 DF

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Metrô do DF lança campanha de ‘boas práticas’ em estações e trens

O Metrô do Distrito Federal lançou nesta segunda-feira (26) uma campanha publicitária para orientar os passageiros do sistema sobre “boas práticas” para uso do meio de transporte. Entre os problemas apontados pela companhia estão itens perdidos nos vagões, filas longas em escadas rolantes e uso indevido de assentos preferenciais.
Cartazes fixados em parede da Estação Central, em Brasília, nesta segunda-feira (26) (Foto: Alexandre Bastos/G1)
(Foto: Alexandre Bastos/G1)
Para instruir os usuários do sistema, a companhia adesivou claraboias e instalou paineis nas 24 estações em operação em todo o Distrito Federal. Segundo o presidente do Metrô, Marcelo Dourado, ele teve a ideia para a campanha durante uma viagem ao exterior. “Nos Estados Unidos eu vi que os passageiros eram orientados a não ficar com o que não era deles.  Por exemplo, não havia correntes nas bicicletas, porque as pessoas sabiam que o que não é seu não deve ser pego.”
Dourado acredita que o sucesso da campanha será medido com um possível aumento no número de entregas de itens perdidos nos trens e estações. Há seis meses, o Metrô criou um canal de comunicação com os usuários que quiserem reclamar a perda de algum objeto.
O operador de tekemarketing Paulo Henrique Xavier leva a bicicleta no último vagão dos trens. Quando precisa usar escadas rolantes, ele aguarda todos os passageiros subirem para só então levar a bicicleta. "Em horário de pico não dá para vir de bicicleta. Já tem a lotação de pessoas, com a bicicleta fica ainda mais difícil."
A campanha é lançada no mesmo dia em que um passageiro quebrou, sem querer, o vidro de uma das portas do metrô. Ele embarcou na estação Samambaia Sul com uma bicicleta, mas o veículo ficou com o guidão e a roda dianteira para fora, devido à lotação do vagão.
Quando as portas fecharam, a parte que ficou de fora forçou o vidro, que acabou quebrando. O trem foi esvaziado na estação seguinte e seguiu para manutenção, de acordo com o Metrô.
O Metrô circula nas regiões mais populosas do DF – Ceilândia, Taguatinga e Samambaia. Ele também passa por Águas Claras, Guará e Plano Piloto. O sistema tem 42,3 quilômetros de extensão e atende 160 mil passageiros por dia. Ele opera com 24 trens em 24 estações nos horários de maior fluxo de passageiros – das 6h às 9h e de 17h às 20h30.
A dona de casa Juciana Pinheiro perdeu um jaleco da filha, de 15 anos, quando a levava para  um curso profissionalizante que a jovem cursava em Ceilândia, mas nunca recuperou a peça. "O jaleco tinha o nome da escola em que minha filha estuda. Acho uma falta de consciência de quem encontrou e não devolveu. As pessoas precisavam ter mais cuidado com o próximo, às vezes nem tinha utilidade para quem achou."
Informações: g1 DF

domingo, 28 de agosto de 2016

Metrô do DF tem 2 estações fechadas por 5 horas por falta de funcionário

As estações Asa Sul e Concessionárias do Metrô do Distrito Federal permaneceram fechadas na manhã deste domingo (29) por falta de funcionários. Segundo o Metrô, 30% dos servidores não apareceram para trabalhar. A empresa diz que vai apurar o que houve.
Entre 7h e 12h, os passageiros não conseguiram embarcar nas duas estações. Os espaços estavam abertos apenas para desembarque.

Durante o período em que as estações só estiveram abertas para desembarque, o caixas também não funcionaram.Aos domingos, o Metrô funciona das 7h às 19h.

Greve mais longa da história

A ministra relatora do tema, Maria de Assis Calsing, também decidiu que um terço dos dias parados deve ser abonado pelo Metrô do DF. Outro terço será descontado da folha de pagamento ao longo de seis meses, e o terço restante será "compensado". A compensação será convertida em cestas básicas para entidades indicadas pelo Metrô e pelo sindicato.
O presidente do Metrô, Marcelo Dourado, disse em nota lamentar os "transtornos" causados pela paralisação. "Em qualquer greve, não há nem vencedores, nem vencidos", diz ele no texto.
O Sindicato dos Metroviários (Sindmetro) informou que já tinha sido informado da decisão na tarde desta quarta, mas ainda vai se reunir em assembleia com a categoria na manhã desta quinta para decidir os rumos do movimento.
A decisão foi emitida pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos do TST, em sessão que analisou os recursos dos dois lados na negociação da greve. No total, os metroviários ficaram 72 dias de braços cruzados, em mobilização por maiores salários e mais contratações. Com a divisão em três partes, os trabalhadores vão receber o equivalente a 24 dias.
Durante a greve, o Metrô funcionou apenas em horários de pico – das 6h às 9h e das 17h às 20h30. Segundo o sindicato da categoria, há déficit de cerca de 800 funcionários. A entidade diz que há 900 aprovados em concurso aguardando covocação. O quadro atualmente tem 1,2 mil servidores.
Os servidores cruzaram os braços para pedir a convocação dos aprovados no concurso de 2014 e a reposição da inflação anual na data-base (pouco mais de 9%). O salário inicial de um agente de segurança da empresa é de R$ 2,9 mil, o mais baixo da empresa. O maior salário inicial é o de engenheiro – R$ 6 mil.
G1 DF

Brasília-DF. GDF decide nesta segunda se mantém faixas exclusivas abertas

O governo do Distrito Federal decide nesta segunda-feira (29) se mantém as faixas exclusivas liberadas para o trânsito de veículos. Os corredores foram liberados durante a greve dos metroviários, que começou em 14 de junho e acabou na última sexta-feira (26)
Faixas exclusivas da EPTG, da EPNB, do Setor Policial Sul, das W3 Sul e Norte permenacem abertas até segunda-feira (29) (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)
Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília
A reunião será entre o DER e a Secretaria de Mobilidade. A decisão afeta o tráfego nas faixas exclusivas da EPTG, da EPNB, do Setor Policial Sul e das W3 Sul e Norte.
Greve mais longa da história

A ministra relatora do tema, Maria de Assis Calsing, também decidiu que um terço dos dias parados deve ser abonado pelo Metrô do DF. Outro terço será descontado da folha de pagamento ao longo de seis meses, e o terço restante será "compensado". A compensação será convertida em cestas básicas para entidades indicadas pelo Metrô e pelo sindicato.
O presidente do Metrô, Marcelo Dourado, disse em nota lamentar os "transtornos" causados pela paralisação. "Em qualquer greve, não há nem vencedores, nem vencidos", diz ele no texto.
O Sindicato dos Metroviários (Sindmetro) informou que já tinha sido informado da decisão na tarde desta quarta, mas ainda vai se reunir em assembleia com a categoria na manhã desta quinta para decidir os rumos do movimento.
A decisão foi emitida pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos do TST, em sessão que analisou os recursos dos dois lados na negociação da greve. No total, os metroviários ficaram 72 dias de braços cruzados, em mobilização por maiores salários e mais contratações. Com a divisão em três partes, os trabalhadores vão receber o equivalente a 24 dias.
Durante a greve, o Metrô funcionou apenas em horários de pico – das 6h às 9h e das 17h às 20h30. Segundo o sindicato da categoria, há déficit de cerca de 800 funcionários. A entidade diz que há 900 aprovados em concurso aguardando covocação. O quadro atualmente tem 1,2 mil servidores.
Os servidores cruzaram os braços para pedir a convocação dos aprovados no concurso de 2014 e a reposição da inflação anual na data-base (pouco mais de 9%). O salário inicial de um agente de segurança da empresa é de R$ 2,9 mil, o mais baixo da empresa. O maior salário inicial é o de engenheiro – R$ 6 mil.
Informações: g1 DF

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Rodoviários de cooperativa cobram pagamento de salários em no DF

Funcionários da Cootarde – cooperativa que faz percursos entre as regiões administrativas de Ceilândia e Taguatinga, no Distrito Federal – deram início a uma paralisação nesta terça-feira (16), no terminal de ônibus do Setor O, em Ceilândia. A categoria diz protestar contra o atraso de 11 dias no pagamento dos salários.
Segundo a empresa, os pagamentos foram realizados no prazo e a reivindicação do grupo é, na verdade, de equiparação salarial com os rodoviários das empresas de ônibus que atendem as bacias do DF.
Micro-ônibus da empresa Cootarde, que é utilizado no transporte coletivo nas regiões administrativas do DF (Foto: André Borges/Agência Brasília)
Foto: André Borges/Agência Brasília
 A paralisação de cerca de 50 rodoviários começou às 11h desta terça e ainda não havia terminado até as 14h30. A Cootarde paga R$ 1,6 mil aos motoristas e R$ 1,3 mil aos cobradores, incluindo benefícios como vale alimentação e cesta básica.
G1 procurou o DFTrans para confirmar se os repasses foram feitos, mas a companhia não respondeu até a publicação desta reportagem. Os rodoviários da Cootarde já tinham paralisado o serviço em julho para cobrar o pagamento da cesta básica, de R$ 193,53.
Segundo a empresa, os rodoviários reivindicam a equiparação aos salários de R$ 2.121 e R$ 1.108 recebidos por motoristas e cobradores das maiores empresas de ônibus do DF, respectivamente. Os rodoviários destas empresas ainda recebem tíquete de R$ 660.
Segundo o diretor institucional da Cootarde, Davino Cavalcante, o sindicato da categoria pressiona a empresa para conseguir o reajuste salarial. "Eles querem receber um valor de quase o dobro do que já recebem. E isso não tem condição", diz.
Informações: g1 DF

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Plano Diretor de Campo Grande deve ser entregue até o fim desse ano

Mostrar saídas para equilibrar o espaço disputado nas ruas cada vez mais engarrafadas do Centro é um dos maiores desafios da revisão do Plano Diretor de Campo Grande, que deve ser entregue até o fim desse ano pela Prefeitura para aprovação na Câmara Municipal.

“Por exemplo, o comércio quer mais vagas de estacionamento, mas em algumas vias é preciso considerar as faixas exclusivas de ônibus”, explica Dirceu Peters, diretor-presidente do Planurb (Instituto Municipal de Planejamento Urbano).

A mobilidade urbana é um dos pilares que devem ser incluídos no Plano Diretor, atualmente em fase de discussão entre Prefeitura e sociedade civil, conselhos e associações. Depois dele, vem um plano específico de mobilidade urbana. E problemas para resolver não faltam.

As tais faixas de ônibus hoje mal existem na Capital. A exceção fica para o corredor na Avenida Duque de Caxias, no caminho para o aeroporto, e da faixa preferencial da Rui Barbosa. Na Afonso Pena, um dos pontos críticos do fluxo hoje, a queda de braço entre comércio, carros e passageiros impede que avancem as obras por ali.

“Do lado esquerdo, o canteiro central é tombado e não pode ser alterado, então o corredor precisaria ficar do lado direito, onde atualmente ficam as vagas para os carros”, detalha Peters .

Também de nada adianta dar mais espaço para os ônibus se há mais pessoas nos carros do que dentro do transporte coletivo. “É sabido que o número de passageiros caiu. Não dá para melhorar o serviço ou discutir o valor da passagem se não tiver gente usando”, diz o gestor.

É difícil dizer agora a quantidade de passageiros que se desloca com o transporte coletivo e as linhas que deveriam ser ampliadas. Os dados estão com a Assetur, que reúne as empresas de ônibus da Capital, que deve entregar uma pesquisa origem-destino como parte de seu compromisso com o Executivo.

O levantamento, que inclui a população toda da cidade – dos passageiros aos motoristas do transporte individual e até os ciclistas – ainda não foi entregue pela empresa.

Falando em bicicletas, elas também entrarão nas diretrizes do novo Plano Diretor. Apesar da cidade contar com uma boa malha cicloviária – são 90km de vias, segundo o Instituto Mobilize – as principais ciclovias não tem ligação entre si.

A Assetur foi procurada para obter números atualizados sobre os passageiros que utilizam o serviço e da pesquisa origem-destino, mas não se manifestou até o fechamento da reportagem.

O Plano - O Plano Diretor dá diretrizes para o planejamento urbano em diversos setores e, segundo o Estatuto das Cidades, deve ser revisto uma vez a cada dez anos para garantir que o município receba repasses para infraestrutura.

O processo é conduzido por uma consultoria externa, a Urbtec, de Curitiba, que entregará um diagnóstico da situação atual da cidade. A entrega final deve ocorrer até o dia 11 de dezembro. 

Informações: Capo Grande News

Em Goiânia, Motoristas de ônibus iniciam greve na próxima segunda-feira

Motoristas do transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia entrarão em greve na próxima segunda-feira, dia 15. A informação é do Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Goiás (Sindittransporte), Alberto Magno Borges. A decisão foi tomada após não haver acordo com as empresas de transporte, em assembléia geral realizada no último domingo (07).

Os funcionários reivindicam um reajuste de 11,08% linear e retroativo a março, incluindo o salário, gratificação suplementar e ticket alimentação. No entanto, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia (Setransp) ofereceu aos motoristas um reajuste de apenas 5,5% retroativo, alegando enfrentar problemas financeiros devido à crise e à queda de 11% do número de passageiros.

A oferta de um reajuste bem abaixo do solicitado pelos motoristas inviabilizou as negociações, o que gerou o anúncio da greve para a próxima segunda. Para o Presidente do Sindittransporte, Alberto Magno, a decisão tomada na assembléia foi necessária e representa o desejo dos mais de 190 motoristas que estavam presentes. “A gente faz essa reivindicação há muito tempo, mas as empresas nunca avançaram nas negociações, tivemos que decretar a greve”, informa.

Negociações

Ainda segundo Alberto, a greve seguirá por tempo indeterminado até que as empresas se posicionem e negociem. “Apesar do decreto, nós estamos abertos para negociações e queremos que tudo se resolva o mais rápido possível”, diz. Caso surja alguma manifestação das empresas ou algum ponto novo a ser discutido, é provável que a categoria seja convocada para nova assembléia ainda neste final de semana.

O Ministério Público do Estado de Goiás já foi notificado sobre a greve e deverá estabelecer contato com as empresas e os motoristas para chegar a uma porcentagem do quantitativo de ônibus que continuará em operação durante a greve. (Foto: reprodução RMTC).

Por Milleny Cordeiro
Informações: O Hoje

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Novo projeto prevê implantação de serviço de bicicletas compartilhadas em Goiânia

A Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) apresentou nesta terça-feira (5) o edital referente à implantação de serviço de bicicletas compartilhadas em Goiânia. O projeto prevê a instalação de 30 estações com 300 bicicletas espalhadas em pontos estratégicos da capital.

O edital para implantação do serviço está aberto aos interessados em participar do chamamento público. No dia 10 de agosto, as propostas técnicas deverão ser apresentadas à Comissão Permanente de Licitação da CMTC.

De acordo com o diretor técnico da Companhia, Sávio Afonso, os trechos cicloviários têm estimulado o uso da bicicleta e a expectativa é de que a instalação das estações reforce o comportamento.

Informações: Diário de Goiás

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Rodoviários do DF aceitam acordo e ônibus 'extras' rodam na segunda

Rodoviários e donos de empresas de ônibus do Distrito Federal chegaram a um acordo neste domingo (3) e os coletivos extras, que circulam nos horários de pico, devem voltar às ruas nesta segunda-feira (4). A categoria vai receber reajuste de 10% no salário, 11% para ticket-alimentação e cesta básica e 11% no plano de saúde.

O acordo também prevê aumento de 30% no convênio odontológico. Os trabalhadores pediam 19,63% de reajuste salarial (inflação mais 10%), mas cederam por entender as dificuldades financeiras e o cenário econômico atual. O reajuste é retroativo a maio.

“A categoria foi bastante inteligente em aceitar porque o momento é de crise, em geral, política e financeira, com o governo não indo à mesa. Eu deixei bem claro para a categoria que em outros momentos a gente não tinha muito a perder. Hoje é diferente, nós temos plano de saúde e outras coisas”, afirma o presidente do Sindicato dos Rodoviários do DF, Jorge Farias.

Os ônibus extras fazem apenas meia viagem, levando passageiros até a rodoviária do Plano Piloto pela manhã e às regiões de origem no fim da tarde. Os cerca de 500 coletivos foram retirados de circulação no último dia 22, nas 31 regiões do DF. A única empresa com funcionamento normal foi a TCB. A frota total do DF é de 2,6 mil ônibus.

Com o acordo, o salário dos motoristas passa de R$ 2.121 para R$ 2.333 e o dos cobradores, de R$ 1.108 para R$ 1.219. O tíquete é de R$ 660. A categoria avalia a possibilidade de greve. O valor do tíquete alimentação mais cesta básica passa de R$ 660 para R$ 733.

“A negociação vinha se arrastando há dois meses. Ontem [sábado] eu fiz uma reunião com eles. Às 21h eles fizeram uma proposta, que eu disse que não seria aceita, estava muito aquém, com 8% de reajuste e 9,63% no tíquete”, diz Farias. “Hoje pela manhã, fizemos outra reunião e surgiu essa nova proposta.

Informações: G1 DF

domingo, 26 de junho de 2016

Brasília-DF. Rodoviários decidem paralisar na quinta-feira se governo não der reajuste


Rodoviários decidiram neste domingo (26/6) por uma paralisação geral na próxima quinta-feira (30/6) caso em 72 horas não tenha proposta para a data base da categoria. Motoristas e cobradores pedem reivindicam reajuste de 20% no salário — 10% correspondente a perdas inflacionárias e 10% de aumento real — e no tíquete-alimentação. Se as negociações não avançarem, na segunda-feira (4/7), será iniciada uma greve geral. 
ônibus
Foto: Lidia Miossi


Em assembleia realizada no Conic, o presidente do Sindicato dos Rodoviários do DF, Jorge Farias, cobrou celeridade no processo. “Temos que pressionar o governo e as empresas sentarem na mesa e negociar. Não podemos ficar reféns. Tem que se marcar a data do pagamento”, ressaltou. 

Segundo o Sindicato dos Rodoviários, cerca de 600 pessoas participaram do ato. A Polícia Militar não divulgou estimativa. Atualmente, os motoristas têm rendimento bruto de R$ 2.121, enquanto os cobradores recebem R$ 1.108 por mês.

Informações: Correio Braziliense

sábado, 25 de junho de 2016

Caixa libera novo aporte para o VLT de Cuiabá

A Caixa Econômica Federal (CEF) liberou mais R$ 200 milhões para o projeto de Veículo Leve Sobre Trilhos – VLT da Grande Cuiabá, após solicitação de empréstimo realizada pelo estado do Mato Grosso. O valor se junta a um primeiro empréstimo do mesmo valor.
vlt-cuiaba
Porém, pelos cálculos de uma auditoria feita pela empresa KPMG, contratada pelo governo estadual, seriam necessários mais R$ 602 milhões para conclusão do VLT. Já o consórcio construtor fala em R$ 1,3 bilhão para finalização.
O Governo Mato Grossense busca novos meios de obter o restante do valor para recomeçar as construções. As obras foram paralisadas em 2014.
De Renato Lobo
Informações: Viatrolebus

terça-feira, 21 de junho de 2016

Em Goiânia, Passe Livre da Pessoa com Deficiência tem novo modelo

Já está em vigor o novo modelo da carteira de Passe Livre da Pessoa com Deficiência. O documento é emitido pela Gerência da Pessoa com Deficiência da Secretaria Cidadã e traz a identificação pessoal do portador, dados da legislação que embasa o benefício e logotipos da Secretaria. A carteira é feita em papel especial.

De acordo com a Secretaria o modelo antigo continua em vigor até que todos os documentos sejam substituídos. O benefício dá direito à gratuidade em viagens intermunicipais em todo o território goiano às pessoas com deficiência, conforme a Lei 13.898/2001 e o Decreto nº 7.025 de 2009. Em 2015 foram emitidos mais de 3 mil passes livres dessa categoria.

A Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) já foi comunicada da mudança e é a responsável pela divulgação da novidade às empresas de transporte coletivo interestadual e demais públicos interessados.

Informações: Emaisgoias.com.br

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Metrô DF. 2º dia de greve de metroviários tem 24 trens e todas as estações abertas

Metroviários do Distrito Federal entraram no segundo dia de greve nesta quarta-feira (15) com 24 trens em circulação e todas as estações abertas para embarque e desembarque. O quadro é diferente do primeiro dia de paralisação, quando havia 16 veículos em operação e metade das estações funcionamento integralmente. A mudança atende a determinação do Tribunal Regional do Trabalho, que prevê multa de R$ 100 mil por dia em caso de descumprimento.
O serviço vai funcionar apenas nos horários de pico – das 6h às 9h e das 17h às 20h30 .De acordo com o sindicato da categoria, a greve acontece por tempo indeterminado, para cobrar a convocação dos aprovados em concurso em 2014 e reposição da inflação anual na data-base (pouco mais de 9%).
A entidade calcula haver déficit de cerca de 800 funcionários, e a empresa, 660. O quadro atualmente tem 1,2 mil servidores. O salário inicial de um agente de segurança da empresa é de R$ 2,9 mil, o mais baixo da empresa. O maior salário inicial é o de engenheiro – R$ 6 mil.

Por causa da defasagem de funcionários, é comum que catracas sejam liberadas para a entrada de passageiros. Segundo o sindicato, há 900 aprovados em concurso aguardando convocação.

Em nota, o Metrô afirmou não ter como fazer novas contratações por causa das limitações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. “O governo tem dificuldades para aumentar as despesas com pessoal por conta dos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Também não contrata os aprovados no concurso por conta dos impedimentos na LRF", diz trecho da nota.

A empresa diz que as contratações de terceirizados por licitação não são vedadas pela LRF, por serem enquadradas como custeio. "No entanto, o Metrô trabalha para promover a substituição dos terceirizados por concursados assim que possível. Por isso, reduziu de 296 para 204 o número de vigilantes na última licitação, justamente para poder convocar mais aprovados da área de segurança”, disse o governo.

A reportagem da TV Globo constatou que passageiros aguardaram até 25 minutos pela chegada dos trens. O serviço atende diariamente 170 mil pessoas, entre 6h e 23h30 de segunda a sábado e 7h às 19h aos domingos e feriados.
O Metrô circula nas regiões mais populosas do DF – Ceilândia, Taguatinga e Samambaia. Ele também passa por Águas Claras, Guará e Plano Piloto. O sistema tem 42,3 quilômetros de extensão. A estação com maior fluxo é a da Rodoviária do Plano Piloto, por onde passam 20 mil pessoas por dia.
Faixas exclusivas liberadas
De acordo com o Departamento de Estadas de Rodagem (DER), as faixas exclusivas da EPTG e EPNB estarão liberadas para outros veículos enquanto durar a paralisação. A medida não inclui os corredores do BRT Sul, conhecido como Expresso DF. O Detran também liberou o tráfego nas faixas do Setor Policial Sul e das W3 Sul e Norte.

Ônibus extras
Para atender às regiões afetadas pela greve de metroviários, 45 ônibus extras entraram em circulação nesta manhã em várias regiões do DF. De acordo com o DFTrans, o sistema especial, que ainda poderá sofrer novos ajustes de acordo com as necessidades, funcionará enquanto durar a greve dos metroviários. 

A empresa Urbi pôs dez coletivos articulados para atender à região de Samambaia. A São José acrescentou 15 ônibus articulados nas linhas que passam em Taguatinga e Ceilândia. Os moradores do Guará, Águas Claras, Taguatinga e Ceilândia contam com mais 20 veículos, também articulados, da empresa Marechal.
Informações: g1 DF

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Ônibus com ar e wi-fi começam a circular em Cuiabá

Parte dos novos ônibus entregues para a população de Cuiabá começou a circular esta semana. Nesta terça-feira (07), secretários municipais aproveitaram para conhecer a estrutura dos novos carros, que até o início de julho chegarão a 60.

Os novos ônibus estão equipados com ar-condicionado, wi-fi, redutor de poluentes e câmeras com biometria facial nos validadores de cartão, que irão conferir, através de fotos enviadas por sistema, se o portador é de fato o dono do cartão, no caso das gratuidades. Além de elevadores, que garantirão a acessibilidade dos portadores de deficiência.

“Esta é mais uma ação desenvolvida pela secretaria para fortalecer o serviço de transporte público. A renovação da frota de ônibus traz mais qualidade de vida e melhoria de locomoção para o usuário do transporte coletivo”, disse o secretário de Mobilidade Urbana, Thiago França.

Ele informou que 14 dos novos veículos da empresa Pantanal Transportes já estão circulando desde ontem (06) e que até a próxima sexta-feira (10), mais 22 carros entrarão em circulação, totalizando 36 novos ônibus.

“Houve um atraso na entrega dos novos veículos das outras empresas devido a uma greve de funcionários da Volvo, que fabrica as carrocerias. No entanto, até o dia 25 deste mês teremos mais 11 carros da Integração Transportes e, até o dia 1º de julho, mais 13 novos ônibus da Norte Sul Transportes”, esclareceu Thiago.

Com a chegada de novos veículos, as empresas deixarão de circular com carros anteriores a 2007. “A Pantanal vai ‘aposentar’ 29 ônibus e a Integração, 21, todos do ano de 2005. Já a Norte Sul vai tirar de circulação 13 carros da frota de 2006. Algumas linhas talvez não recebam ônibus zero quilômetro, mas todas terão ônibus mais novos”, explicou o diretor de transporte da Secretaria, Leopoldino Pereira.

Na quarta-feira (08), cerca de 20 dos novos carros serão apresentados em carreata, a partir das 10 horas. Eles sairão da garagem da empresa Pantanal Transportes, passarão pelas Avenidas do CPA, Mato Grosso, Presidente Marques, Isaac Póvoas, Fernando Correa, Miguel Sutil e retornarão à sede da empresa pela Avenida do CPA. 

Também conheceram os novos ônibus a secretária de Gestão, Ana Paula Villaça, o controlador-geral Wesley Emerich Bucco, o ouvidor-geral Jairo Rocha e os secretários-adjuntos de Gestão, Eroaldo de Oliveira, do Tesouro, Francisco Serafim de Barros, e de Comunicação, Leonardo Silvestre.

Informações: Folhamax