terça-feira, 27 de junho de 2017

Metrô DF. Metroviários prometem aderir à greve geral de sexta-feira

O Sindicato dos Metroviários do DF promete aderir à greve geral marcada para esta sexta-feira (30/6), por 24 horas. O Sindicato dos Rodoviários do Distrito Federal também tem convocado os trabalhadores a participar do movimento por meio das redes sociais, mas a categoria ainda não confirmou a adesão.



Informações: Correio Braziliense

Distrito Federal. Rodoviários confirmam adesão à greve geral da próxima sexta-feira

O Sindicato dos Rodoviários do Distrito Federal confirmou adesão à greve geral marcada para esta sexta-feira (30/6), por 24 horas. Os rodoviários que atuam no DF e no Entorno devem para das 4h de sexta-feira (30/6) até as 4h do sábado (1º/7). A participação da categoria foi confirmada na tarde desta terça (27/6). Os servidores de transporte público do Sindicato dos Metroviários do DF também prometem aderir à greve pelo mesmo período.

Os protestos serão direcionados contra as reformas da Previdência e trabalhista, propostas pelo governo federal. Em Brasília, os atos devem ocorrer na Esplanada dos Ministérios. Na próxima quarta-feira (28/6), a Central Única dos Trabalhadores se reunirá com os sindicatos. Será discutida a agenda de atos e, só então, divulgada a lista final das categorias que vão aderir.

Informações: Correio Braziliense

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Substituição do Bilhete Único no Distrito Federal e partir de 1 de agosto

A partir de 1º de agosto, os cartões conhecidos como "Bilhete Único" serão bloqueados. Esses cartões serão substituídos, gratuitamente, pelo cartão Cidadão, com CPF vinculado. Orientamos o usuário a fazer a troca somente quando for recarregar o cartão. Veja os detalhes abaixo:
BU Destaque

Informações: DF Trans

terça-feira, 20 de junho de 2017

Pesquisa indica que maioria dos usuários está satisfeita com o Metrô-DF

Pesquisa encomendada pela Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) indica que o índice de satisfação dos usuários com o serviço chega a 85%. Desses, 38,6% dão nota 8 aos serviços prestados pelo Metrô. Os quesitos infraestrutura de serviços nos trens e o serviço de transporte em geral foram os que receberam melhor avaliação positiva de quem usa o transporte. A apresentação pessoal dos empregados também é bem avaliada, tendo um nível de 95,2% de aprovação dos usuários. A estação melhor avaliada é a 112 Sul.
Pesquisa indica que maioria dos usuários está satisfeita com o Metrô-DF
Divulgação
O atendimento aos usuários é destacado na pesquisa. O Metrô é o único transporte público que realiza atendimento de Primeiros Socorros e esta iniciativa também tem ótima aceitação dos usuários. Outro dado importante é que a segurança no Metrô aumentou. Foi constatado que 95,4% dos usuários não presenciaram ou foram roubados ou furtados no sistema.
As iniciativas que tem grande índice de satisfação dos usuários são: carro exclusivo para mulheres e deficientes em período integral – 93,8% dos usuários concordam, aumento de 3,2% em relação a 2015, ano da implantação do novo horário; criação WhatsApp e Telegram como canais de comunicação com a Companhia/atendimento ao usuário – 83% gostaram da iniciativa, aumento de 8,1% em relação a 2015. A instalação dos painéis de destino dos trens também recebeu aprovação.
A empresa atribuiu a satisfação dos usuários aos benefícios que têm sido proporcionados nesta gestão. O contrato de manutenção em vigor, mesmo com uma redução de 50% do valor em relação ao contrato que vigorava em 2015, é um dos pontos positivos por ter reduzido o número de falhas no sistema metroviário.
Críticas
Os usuários também fizeram críticas. Cerca de 60% dos usuários gostariam da ampliação do horário de funcionamento do Metrô aos domingos e feriados, 34,9% pedem a construção e finalização das estações nas Asas Norte e Sul e 26,5% pedem a expansão para outras cidades satélites. Reclamaram, também, do crescente número de ambulantes e pedintes no sistema.

Foram entrevistadas 2.926 pessoas, escolhidas aleatoriamente entre os usuários das 24 estações. A maior parte dos entrevistados (60,3%) tem entre 21 a 40 anos. A maioria está empregada (63%), cerca de 40% tem ensino médio completo, e mais da metade dos entrevistados possuem renda familiar entre R$ 1.576 a R$ 4.728.
Uutilizam o Metrô-DF diariamente, indo ou vindo de sua residência, como meio de locomoção até o trabalho, 57,20% dos passageiros. Mas 15% utilizam o transporte para lazer. Como a integração do Metrô com os ônibus não está totalmente consolidada em todas as regiões, e ainda não há o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), aproximadamente 60% dos usuários se dirigem até as estações a pé. Só 27% utilizam ônibus ou microônibus, 12% vão de carro e apenas 1,4% chegam de bicicleta.
“A atual gestão está empenhada em transformar o Metrô em uma empresa superavitária. Estamos reduzindo gastos, realizando um planejamento estratégico e definindo de que forma poderemos ampliar os serviços. A pesquisa indica que podemos melhorar ainda mais”, destaca o diretor-presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado.
Informações: Metrô DF

domingo, 18 de junho de 2017

DF regulamenta lei que proíbe ônibus de motor dianteiro

Governo do Distrito Federal publicou nesta sexta-feira, 16 de junho de 2017, regulamentação da Lei 5590, de 23 de dezembro de 2015, que proíbe a utilização de ônibus com motor dianteiro no sistema de Brasília e cidades do entorno.
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Divulgação
Os ônibus atuais com esta configuração poderão continuar até o final da vida útil prevista em contrato.
De acordo com a regulamentação, todos os ônibus novos deverão ser de motor traseiro ou central e até 2018, 70% dos ônibus terão de possuir esse tipo de motorização. Em 2019, o total de ônibus com motor traseiro ou central terá de ser 75% da frota; em 2020, de 80% e a partir de 2021, o mínimo de frota com motor traseiro ou central deverá ser de 85%.
Veículos com motor dianteiro só serão permitidos para linhas complementares em vias não pavimentadas, rurais ou então no caso de micro-ônibus.
Desde 2012, havia negociações entre o Ministério Público do Trabalho, Sindicato dos Rodoviários e a Secretaria de Mobilidade para esta exigência.
Atualmente, o sistema do Distrito Federal conta com 3,4 mil ônibus, que operam em cinco bacias, contando com os micro-ônibus das cooperativas.
De Adamo Bazani
Diário do Transporte

terça-feira, 13 de junho de 2017

Três anos após a Copa, obra de VLT ainda não está pronta em Cuiabá (MT)

Três anos depois da Copa do Mundo de 2014, a obra do VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos), de Cuiabá, que já consumiu mais de R$ 1 bilhão, ainda precisa de mais dinheiro para ficar pronta.
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Seis quilômetros de trilhos foi o que sobrou da maior obra de mobilidade urbana da Copa do Mundo de 2014, em Cuiabá. A Copa passou e os trens nunca circularam para atender a população. Estão parados no pátio da concessionária ao relento. A situação vem se arrastando desde 2012, quando as obras do Veículo Leve Sobre Trilhos começaram. O projeto prevê 22 km de trilhos em duas linhas: uma liga o aeroporto, na cidade vizinha de Várzea Grande, à Zona Norte de Cuiabá. A outra liga à Zona Sul ao centro de Cuiabá.
O consórcio responsável pela obra foi contratado no governo de Silval Barbosa, do PMDB. O orçamento inicial era de R$ 1,477 bilhão, segundo a Secretaria Estadual das Cidades – R$ 1,66 bilhão já foram pagos. Quando o governador Pedro Taques, do PSDB, assumiu o governo de Mato Grosso, o consórcio pediu mais R$ 1,135 bilhão, o governo não concordou e o caso foi parar na Justiça.
Agora, o governo do estado chegou a um acordo com o consórcio para a retomada das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos, mas como o contrato estava sendo questionado na Justiça, o acordo foi encaminhado para os Ministérios Públicos Federal e Estadual. A conclusão da obra também depende da desapropriação dos imóveis no trajeto do VLT. Os processos de 128 imóveis já foram concluídos, mas ainda faltam 220.
Enquanto a obra não termina, quem sofre é a população que paga a conta e enfrenta congestionamentos nos horários de pico.
RESPOSTAS
Em nota, o Consórcio VLT disse que se empenhou para que o acordo com o governo de Mato Grosso fosse fechado e que espera que a retomada das obras ocorra o mais brevemente possível.
Os Ministérios Públicos Federal e Estadual se manifestaram contra o acordo apresentado, que prevê o pagamento de R$ 922 milhões para conclusão da obra. Os procuradores dizem que há incoerências nos valores apresentados para terminar o projeto.
O governo Pedro Taques, do PSDB,  declarou que a obra parada gera muito custo. Segundo a Procuradoria-Geral do Estado, são R$ 16 milhões por mês entre manutenção dos trilhos e trens e pagamentos de juros e parcelas dos empréstimos contraídos. A Justiça Federal aguarda manifestação das partes no processo.

Em nota, a defesa do ex-governador Silval Barbosa, do PMDB, negou qualquer participação do cliente em eventuais irregularidades nas obras e informou que vem prestando aos órgãos competentes os esclarecimentos solicitados.

Informações: g1 MT

sábado, 3 de junho de 2017

Projeto obriga ar-condicionado em todos os coletivos de Cuiabá

Projeto de lei apresentado durante sessão desta quinta-feira (25) pelo vereador Sargento Joelson (PSC) na Câmara Municipal prevê a obrigatoriedade da instalação de ar-condicionado em todos os veículos do transporte coletivo de Cuiabá.

De acordo com o parlamentar, apenas 16% da frota é equipada com ar-condicionado apesar de algumas vezes a temperatura ultrapassar 40 graus na Capital mato-grossense.
“Andando nos ônibus de Cuiabá podemos perceber o desconforto da população que utiliza o transporte coletivo nos dias de temperaturas extremas. Raríssimas são as linhas de ônibus que apresentam esse serviço, imprescindível nos dias atuais”, observa o vereador.

Sargento Joelson observa que numa situação de ônibus lotado e sensação térmica interna de aproximadamente 50ºC, é grande o risco de um passageiro idoso, com saúde frágil, ou mesmo de qualquer pessoa passar mal devido ao calor. “Estudos apontam que a temperatura ideal para garantir conforto térmico em nossa região é entre 20º e 24ºC”.

O projeto prevê que as empresas de transporte coletivo de passageiros terão o prazo de até 04 anos, sendo que a cada ano terão de garantir 25% de sua frota atual equipada de aparelho de ar-condicionado.
“Quanto aos veículos novos adquiridos para aumento ou renovação da frota, somente entrarão em circulação adaptados e caso a lei seja descumprida o veículo deverá ser recolhido imediatamente e proibido de circular até a adequação além de multa de 20 salários mínimos”.

Sargento Joelson observa que o projeto de lei prevê um prazo para adequação do serviço de condicionamento de ar na frota já existente, bem nos veículos novos adquiridos para renovação ou ampliação da frota. “É um cuidado que tomamos para diminuir o impacto financeiro e evitar sua incidência no valor da passagem”.

Já quanto à questão do aumento do valor das passagens, essa tese não se sustenta, ou caso houver o valor seria irrisório, a exemplo de Porto Alegre, onde estudos realizados chegaram à conclusão que a tarifa teria um aumento de apenas 0,13 centavos.
“A proposta que visa a qualificar o transporte coletivo com o mínimo de conforto e dignidade para os passageiros, diante de temperaturas extremas de calor que temos sido submetidos em nossa Capital, solicitando a atenção e a sensibilidade dos colegas vereadores e do Executivo Municipal, para que seja aprovada nesta Casa, sancionada e aplicada com a maior brevidade possível”, pondera o parlamentar.

Medida semelhante já foi aplicada em outros municípios brasileiros com resultados exitosos como São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Boa Vista (RR), Governador Valadares (MG), Serra (ES), Belém (PA) dentre outros. “Ou seja, as boas práticas devem ser replicadas consolidando as políticas públicas”, conclui Sargento Joelson.

Informações: Folhamax